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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Edimburgo, a cidade que conta o nascimento do Harry Potter.

Lembro que no fim da minha adolescência, o mundo da literatura contemporânea viu surgir algo avassalador, que contagiava milhares de pessoas do mundo inteiro, fossem crianças, jovens ou adultos, surgia alí uma das mais famosas sagas que o planeta já viu, Harry Potter. As histórias de um bruxo contadas pela autora J.K. Rowling. Acho que na época eu era um desses “alienados” que não dava a mínima importância para tal fenômeno, algo que durou até os meus 25 anos, depois de ler o primeiro livro, ainda sem ter visto um filme sequer, eu, literalmente, não conseguia parar de ler, me tornei um fã incondicional. Alguns anos mais tarde, quando comecei a viajar por aí, sempre que podia ia à caça de algo que me fizesse relembrar e conhecer um pouco mais sobre os bastidores para a criação dos livros e filmes do algoz de Lord Voldemort.
Noite em Edimburgo, mas bem que podia ser Hogwarts.
Edimburgo vista do alto do Calton Hill
Cheguei a Edimburgo vindo de um voo com a Brussels Airlines, era a primeira vez na classe executiva e não sabia que estava na mesma até o voo ser finalizado, coisas de marinheiro de primeira viagem rsrs. Durante o planejamento dessa viagem já tinha ideia de que ir à Escócia seria meio contramão, o roteiro ficaria extenso e muito corrido, para aliviar, peguei uns trechos de avião, valeu muito a pena, pois fazer o tour do Harry Potter em Edimburgo era algo que eu queria bastante. Como iria ficar três dias na cidade, sendo que um já havia sido prejudicado com o deslocamento, decidi conhecer mais da cidade no segundo dia e fazer o tour no terceiro.
Pelas ruas de Edimburgo no cair da noite
Estar em Edimburgo é como ser transportado para um filme da era medieval com a modernidade contrastando com todo essa clima, ou seja, é uma sensação maravilhosa é poder se perder por um mundo surreal, de pessoas simpáticas e um friozinho que insiste em prevalecer, mesmo em pleno mês de julho. Como meu hotel ficava próximo de Old Town, comecei a visita por lá, andando pelas ruas, verdadeiras obras de arte, aliando modernidade e a aquele clima medieval que já citei, andei bastante pela High Street, uma das mais famosas nessa parte da cidade, nela está a St. Gilles Cathedral ou Catedral de Santo Egídio, padroeiro da cidade e que tem sido local de culto cristão por mais de novecentos anos, além de ser considerada Igreja Matriz do Presbiterianismo. Bem em frente a catedral está a estátua em homenagem ao Duke de Buccleuch e em todo o entorno dessa área ficam os prédios do parlamento e muitos outros monumentos. É uma região muito boa de ser visitada e andar sem roteiro também pode ser algo muito proveitoso.
Old Town Edimburgo
High Street
Pelas ruas de Edimburgo
St. Gilles Cathedral 
Duke de Buccleuch
Termine sua caminhada na direção do Castelo de Edimburgo, segunda atração turística mais visitada da Escócia, recebendo mais de um milhão de pessoas toda ano, o mesmo fica no alto de uma montanha (Castle Rock) o que deixa a vista de lá muito bacana, apesar de ter outros locais na cidade com uma vista muito boa também. Se for de seu interesse visitá-lo por dentro, compre os tickets com antecedência pela internet para evitar filas, se sua visita for por fora, suba até o local mais elevado possível e aprecie tudo  do alto. Saindo do castelo contorne-o pela parte de baixo, beirando o Castle Rock, sempe no sentido da direita, nessa região você poderá ver uma área muito agradável, de muito verde. Um pouco mais na frente vai encontrar o Jardim da Rua da Princesa, área com uma grande quantidade de monumentos, além de muitas flores, cafés e restaurantes, lugar ideal de uma parada pro almoço.
Subida para o Castelo de Edimburgo
Subida para o Castelo de Edimburgo
Castle Rock - Castelo de Edimburgo
Área nos arredores do Castelo de Edimburgo
Região do Jardim da Rua da Princesa
Castle Rock - Castelo de Edimburgo
No período da tarde, dedique sua visita a New Town, que fica algumas quadras acima, no sentido norte, partindo dos arredores do castelo. Essa é a parte mais nova da cidade e de igual beleza, uma região planejada, que intercala suas casas com áreas verdes, praças e parques bem agradáveis, na verdade, a cidade inteira é extremamente agradável e não à toa declarada Patrimônio Cultural da Unesco. Me recordo que enquanto fazia meus passeios em Edimburgo, muitas pessoas se ofereciam para ajudar quanto a informações, todas as vezes que parava para olhar o mapa, algum escocês perguntava se não podia ajudar, um povo simpático e prestativo demais.
New Town Edimburgo
Pelas ruas de New Town 
Arredores de New Town em Edimburgo
Tente finalizar o passeio por New Town, na parte leste de Edimburgo, pois de lá fica fácil ir caminhando até o Calton Hill, colina localizada no centro da cidade e com acesso gratuito. Apesar da caminhada e subida um pouco puxada, o esforço vale muito a pena para estar perto de alguns dos momumentos mais famosos da cidade e que é possível de se ver ainda das ruas nos seus arredores, como é o caso do Monumento Nacional da Escócia, Monumento de Dugald Stewart e o Monumento de Nelson, que em conjunto deixam o topo dessa colina com um visual maravilhoso, além de um lugar tranquilo de uma vista muito bonita da cidade, ideal para encerrar um dia de passeio por essa fantástica cidade.
Do alto do Calton Hill 
Monumento Nacional da Escócia
Monumento de Nelson
Monumento Nacional da Escócia e Monumento de Nelson
Do alto do Calton Hill, parlamento ao fundo 
Edimburgo vista do Calton Hill 
Monumento de Dugald Stewart
Dia seguinte, era enfim o momento mais aguardado, era o Harry Potter's day tour. Não pesquisei para saber se na cidade tinha alguma agência que fazia esse passeio, até por que, deveria custar muitas libras e eu não estava afim de gastá-las, ainda tinha muito do Reino Unido pela frente para se ver, como já sabia todas as informações que precisava e tudo marcadinho no mapa, fui eu de mapa em punho e muita coragem para andar mais uma vez pelas ruas históricas de Edimburgo.
Como a autora morou durante anos em Edimburgo a atmosfera medieval da cidade serviu de enorme inspiração para a criação da série, espalhados por toda a parte estão os muitos "pontos" que automaticamente remetem o visitante ao mundo mágico de Harry Potter. Comecei pelo café The Elephant House, que fica na esquina da George IV Bridge com a Merchant Street, local de nascimento das histórias do bruxo de J.K. Rowling, aqui ela teve sua inspiração inicial para as histórias como também escreveu parte delas, na frente do café tem alguns dizeres fazendo menção ao possível local de “nascimento” do personagem que arrebatou o coração de todos.
Cafe The Elephant House
Segunda parada foi na George Heriot's School, que tem seu acesso pela Heriot Place ou pelos fundos do cemitério Greyfriars Kirk, trata-se de uma tradicional escola de Edimburgo que antigamente era somente para pessoas MUITO ricas. A mesma era dividida em "quatro casas" diferentes, servindo como inspiração para a criação de Grifinória, Sonserina, Courvinal e Lufa Lufa, assim como para a criação da escola de magia de Hogwarts pela a autora.
George Heriot's School - primórdios de Hogwarts
Terceira parada foi no cemitério citado acima. Reconhecem o sobrenome da primeira foto abaixo? Isso mesmo, o nome de Minerva McGonagal, diretora da casa de Grifinória, foi retirado de um poeta escocês (William McGonagall) que hoje está morto e jaz no Cemitério Greyfriars Kirk, daí o sotaque escocês da professora, braço direito de Alvo Dumbledore, nos filmes da série. Além disso, o cemitério serviu de inspiração para muitas passagens dos livros, como o ressurgimento do lord das trevas no final do "Cálice de Fogo", além do que, muitos outros nomes também saíram daqui, o de Tom Riddle ou Voldemort foi um deles. O cemitério é tão sinistro e verossímil aos contos dos livros e filmes que por vezes dá pra pensar que você vai ouvir: "Avada Kedavra".
Jazigos do Cemitério Greyfriars Kirk
Cemitério Greyfriars Kirk
Esperando o Tom em Greyfriars Kirk
Quarta parada, bem vindo ao Beco Diagonal. Foi passando por esse pedaço da cidade (Victoria Street), muitas vezes ao dia, que J.K. teve inspiração para criar o local de compras mais famoso do mundo dos bruxos.
Victoria Street - para mim "Diagon Alley" 
Beco Diagonal nos dias de hoje rs
             Para encerrar o tour, a última parada foi na Câmara Secreta, monumento que fica ao lado da Saint Gilles Cathedral, no centro histórico de Edimburgo e que na série do bruxo serviu como passagem para uma cilada de Malfoy a Potter, levando-o, mesmo sem saber, a destruir uma das primeiras horcruxes de Voldemort (o diário de Tom Riddle). Sem sombra de dúvida, andar por Edimburgo é caminhar nas "páginas vivas" dos livros de J.K. Rowling, impossível não se sentir parte de tudo.
Harry Potter e a Câmara Secreta
The Chamber of Secrets
          Até o próximo post!! Rumo à velha Londres. 

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Primeiros passos no Reino Unido: o que você precisa saber para começar a planejar sua viagem.

Apesar de estar na Europa, o Reino Unido da Grã Bretanha tem “regras” um pouco diferentes dos demais países do continente, tanto para a permissão de entrada quanto ao estilo de vida que a população britânica leva. Certo mesmo é que quase a totalidade dos viajantes desejam um dia aterrissar nessas terras e explorar o que tem de melhor nos quatro países que compõem essas ilhas (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte).
Vista de Edimburgo do alto do Carlton Hill 
Na minha viagem pude passar rapidamente por todos os países, sendo que dois deles fiquei apenas um dia, mas que valeu muito a pena. Se tem intenção de rumar para o Reino Unido, anote essas dicas e vá em busca de tudo que esse pedaço do planeta pode te oferecer, prepare um pouco melhor o bolso pois a libra esterlina é super valorizada frente ao nosso rico dinheirinho. Lembrando que constam desse relato as experiências que tive em uma viagem de oito dias em pleno verão europeu, que no caso do Reino Unido não quer dizer muit coisa, chove e faz frio com frequência.
Kew Royal Botanic Gardens em Londres 
1º Idioma: não tem erro, inglês é o idioma de todos esses países, como não haveria de ser?! Algumas mudanças de um país para o outro no que concerne a sotaque e algumas expressões, para mim, o inglês da Irlanda do Norte é o mais bonito de todos, soava como música.
2º Moeda: todos os países visitados tem como moeda corrente a libra esterlina, um terror em nossas vidas, mochileiros de plantão que sempre viajam com um orçamento apertado. Na época da viagem a cotação da moeda girou em torno de R$6,00 ou seja, qualquer visita ao McDonalds era um rombo no orçamento, atualemtne a cotação está a menos de R$5,00 mas, com a instabilidade que vivemos no país, a qualquer momento podemos chegar a níveis estratosféricos novamente. Nesta viagem fiz câmbio de libras em espécie na minha cidade e acabei levando todo o dinheiro que iria utilizar.
Supermercado é a saída para economizar umas libras no café 
3º Segurança: problema algum quanto a esse quesito, por todos os lugares que passei tudo era bem seguro, mesmo em épocas de terrorismo pela Europa e o sempre presente clima tenso na Irlanda do Norte com os grupo separatista. Por outro lado, não espere simpatia de todas as pessoas, acho que é assim em todo lugar do mundo, quando precisei guarda minha mochila no locker na estacão Victoria em Londres, o funcionrio do local ostentava uma plaquinha com os dizeres “be gentle with me”, por outro lado, nos atendia de forma nada “gentle”.
Trafalgar Square em Londres
4º Alimentação: creio que ninguém tenha tantos problemas assim quanto a alimentação nesses países, tudo muito parecido com o Brasil e quando não é, você tem muitas opções de fast food, o que facilita na hora de poupar uma boa grana. O que fiz muito nessa viagem foi comprar comida no supermercado, em muitos deles era possível pegar combos de saladas, frutas e sobremesa, ou até mesmo massas de fácil preparo nos hostels da vida.
Salada comprada no supermercado de Edimburgo
5º Transporte público: como sou adepto de que a melhor forma de se conhecer uma cidade é caminhando, escolhi sempre hotéis próximos da região central e fiz quase todo meu roteiro caminhando, em todas as cidades. Porém, para aqueles que desejam um local mais distante para se hospedar, creio não haver com o que se preocupar, a disponibilidade de transporte público é muito boa. Sem contar que caminhando você tem uma economia razoável de grana e de tempo, visto que entar e sair de estações, esperar ônibus e descobrir os locais certos de parada consomem bastante tempo. No entanto, como as distâncias em Londres eram um pouco maiores, usei o metrô algumas vezes e a dica é: nunca compre passagens avulsas, pois as mesmas custam $4,00 libras, ao invés disso, compre um Oyster Card que funciona como um cartão pré-pago, onde você recarrega com o valor que quiser e cada passagem sairá por $1,90 libras, ajuda bastante não é?! O valor do cartão é de $5,00 libras, mas você recebe o valor de volta quando devolve o cartão nos guichês ao término da sua estada em Londres.
Tube - metrô de Londres
Já no que concerne a viagens de uma cidade para outra, dentro do Reino Unido, ou até mesmo de um país para o outro, vale a dica que sempre dou, vá de Megabus, empresa britânica que pratica preços surreais de tão baratos e que muitas vezes te levam a percorrer distâncias enormes por preços muito convidativos, como foi o que aconteceu comigo quando fui de Edimburgo na Escócia até Londres pagando menos de dez libras numa viagem de mais de oito horas, sem contar que ainda economizei uma noite de hotel (nada barato) visto que a viagem era noturna.
6º Vistos: brasileiros não necessitam de visto para entrar em nenhum país do Reino Unido da Grã Bretanha, basta apenas o passaporte válido com mais de seis meses da data de expiração. Além disso, não há a necessidade da Carta Schengen, visto que os países não são signatários do tratado, logo, dispensam tal seguro. No entanto, não aconselho de forma alguma a viajar sem seguro viagem/saúde, ainda mais para um lugar onde a moeda tem valores tão exorbitantes quando comparada à nossa, nunca se sabe o que pode nos acometer de uma hora para outra.
            A dica que sempre dou é que se você tem um cartão de credito platinum, black ou equivalentes, você pode solicitar de forma gratuita para a empresa administradora do cartão o seu seguro viagem, desde que você tenha feito a compra de suas passagens com o referido cartão. Tem muitas pessoas que não confiam nesse seguro, eu jamais fiz aquisição de outra forma que não fosse essa e sempre deu certo, porém, nunca precisei acionar o seguro deles ois as viagens sempre foram super tranquilas.
Itaucard Black da Multiplus
Voce é portador dos cartões que citei acima e compra suas passagens com eles, ligue para a Visa 0800 891 3679 ou para a Mastercard 0800 891 3294 e veja se você tem direito ao seguro viagem/saúde, economize essa grana e boa viagem
Para finalizar, a imigração que fiz no Reino Unido, entrei pela Escócia, foi uma das mais chatinhas de todas, apesar de não necessitar visto ou coisas do tipo, o pessoal te enche de perguntas e bate sempre aquele medinho de não conseguir ter acesso, mesmo a atendente sendo extremamente simpática, por alguns instantes achei que não fosse me autorizar, felizmente ela foi foleando o passaporte e viu que meu intuito era de turista mesmo.
Praça em Edimburgo (Escócia)
7º Clima: minha passagem pelos países do Reino Unido foi em pleno verão, como citei acima, não fez tanta diferença assim, visto que em todos os locais eu peguei um vento bem frio e que nem de longe lembrava o verão, além de uma chuva intermitente em quase todas as cidades, algo que dificultou bastante visitar todos os locais que pretendi, o País de Gales foi o local que mais choveu e na Escócia onde mais senti frio. Partindo dessa análise, creio que o inverno seja bem difícil de turistar por lá, mas para quem curte um friozinho, qualquer época do ano é boa para ir visitar a Terra da Rainha.
Pelas ruas históricas de Edimburgo
8º Onde Fui: uma vez que estava no Reino Unido, eu sempre pensava em viajar e conhecer todos os países que formavam o grande reino, quando me dei conta que o megabus me levaria a todos eles de forma econômica, não pensei duas vezes, coloquei todas as capitais em meu roteiro. Foi corrido, maioria doa locais visitei  somente por fora, mas valeu muito a pena.
Escócia/Edimburgo: Old Town, Castelo de Edimburgo, University of Edimburg, Carlton Hill e o Royal Botanic Garden.
Nas ruas medievais de Edimburgo
Vista de Edimburgo do alto do Carlton Hill 
Inglaterra/Londres: Parlamento Inglês, Big Ben, London Eye, Trafalgar Square, Museu de História Natural, Royal Botanic Garden e Tower Bridge.
Parlamento e Big Ben
London Eye
Museu de História Natural
País de Gales/Cardiff: Cardiff Castle, Cathays Park, Museu Nacional, Central Station e Cardiff Bay.
Cathays Park
Cardiff Castle
Irlanda do Norte/Belfast: City Hall, Waterfront Hall, High Street, Titanic Quater e Catedral Saint Anne.
Belfast Waterfront
High Street
Titanic Quater
9º Onde Fiquei: uma das tarefas mais árduas da viagem, encontrar um hotel bom, barato e bem localizado nas principais cidades do Reino Unido, ainda mais com o orçamento de mochileiro, é necessário muita pesquisa, caso você queira realmente conseguir o melhor custo-benefício.
Em Londres fiquei no hotel da rede low-cost Easyhotel em Earls Court, bem próximo da estação de metrô de mesmo nome e que te leva a todas as atracões da cidade. Prepare-se para um hotel com quarto bem pequeno e banheiro menor ainda, onde quase tudo que se quer a mais é pago, principalemte o wi-fi. Acabei pegando um quarto com cama de casal com janela por $52,00 libras a diária. Sim, caro pra caramba, mas foi o melhor que consegui e poucos metros do hotel tinha um supermercado muito bom para comprar o café da manha e jantar.
Cama de casal bem pequena do Easyhotel de Earls Court
Banheiro minúsculo do hotel
Em Edimburgo fiquei no Euro Hostel Edinburgh Halls, quarto com camas twin, sem café da manhã e com direito a uso do wi-fi, por outro lado, sem toalha de banho e com banheiro compartilhado, paguie $36,00 libras a diária. Uma vantagem desse hotel foi a localização, bem perto de quase tudo que eu iria visitar, além de um staff muito gentil, valeu muito a pena.
Rua do Euro Hostel Halls
10º Saindo do aeroporto: minha porta de entrada no Reino Unido foi na Escócia, como disse acima. Fiz um voo de duas horas com a Brussels Airlines partindo de Bruxelas em direção a Edimburgo, viagem confortável, em classe executiva, graças a vinte mil pontos multiplus usados na emissão.
Refeição servida a bordo

Cheguei no aeroporto de Edimburgo no começo da noite e depois da imigração peguei um shutllebus no valor de $4 libras que me levou ao centro da cidade, super fácil, rápido e muito eficiente, creio ser a melhor maneira de chegar até a cidade para quem está viajando com pouca grana. Dentro do ônibus tem uma tela que indica as paradas, não tem erro.
Shutllebus do aeroporto de Edimburgo
         Até o próximo post!! Uma parada pela Escócia. 

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