domingo, 25 de setembro de 2016

Primeiros passos no Laos: o que você precisa saber para começar a planejar sua viagem.

O Laos é um pais asiático localizado na região cultural da indochina, nome dado pelos franceses durante sua colonização. Hoje, o país de fortes influências socialistas, tem suas portas abertas para muitos estrangeiros que vão em busca das belezas naturais do local, assim como da calmaria que se vive por lá, algo bem contrastante com o “caos” que percebemos em outras nações dessa região. Independente da França desde o ano de 1949, o Laos ainda guarda muito da cultura e arquitetura francesa, que salta aos olhos e torna o país ainda mais atraente, sem perder suas raízes e exotismo asiático. 
Pelas ruas calmas de Luang Prabang
Começo da noite em Luang Prabang
Pensando em visitar esse lugar diferente e pouco conhecido dos ocidentais, onde a pobreza impera, os preços são baixos e as pessoas tem um ritmo de vida bem “slow motion”? Sem dúvida alguma será uma experiência fantástica e as recordações serão as melhores possíveis, anote essas dicas e prepare-se para ser surpreendido positivamente por um país encantador. 
1º Idioma: a língua oficial do Laos é o Laociano, com um alfabeto que lembra o birmanês, ou seja, impossível de se tentar entender. Infelizmente o nível de inglês da população não é tão bom quanto dos tailandeses, apesar do grande número de imigrantes por lá. Me lembro que fiquei hospedado em um hotel cujos donos eram australianos e no fim do expediente os funcionários estavam sempre tomando aulas de inglês com os proprietários, achei fantástico. Mesmo assim, a comunicação não e tão difícil, é possível compreender e se fazer entender facilmente, principalmente com as pessoas que estão ligadas ao turismo, que tem crescido muito no Laos, muitos dizem que ele está entrando na “modinha” do sudeste asiático.
As tendas do Night Market de Luang Prabang
2º Moeda: a moeda corrente é o Kip (LAK), que em janeiro desse ano estava na cotação U$1,00 para K8.100 e no centro de Luang Prabang você vai encontrar muitos locais para fazer o câmbio, desde pequenos quiosques na rua até o bancos. Me indicaram dar preferência para trocar o dinheiro nos banco e assim o fiz, mesmo com uma taxa um pouco menor de conversão, mas que vale pela segurança. Outra coisa boa é que no Laos, diferentemente do Myanmar, as notas de dólar valem sempre a mesma coisa, sejam elas de $5,00 ou U$50,00 e o melhor de tudo, não existe restrição deles quanto a notas velhas, amassadas e de data de emissão antiga. Além disso, muito vendedores e restaurantes aceitam pagamentos em dólares ao invés de kips, o que facilita bastante, mas caso eles precisem devolver troco, eles o farão na moeda deles e por uma cotação nada favorável.
Cédula de mil kips
3º Segurança: apesar de ser um país pouco conhecido e de muita pobreza o Laos oferece uma boa segurança aos turistas, a cidade de Luang Prabang tem um aspecto de cidade antiga, onde parece que a eletricidade nas ruas é precária, visto que a maioria dos locais são escuros e quando há iluminação, a mesma é muito fraca, apagões constantes e ainda assim se respira um ar de tranquilidade total, muito em virtude do ritmo de vida que os laocianos possuem. Andei bastante a pé, inclusive a noite, pelos mercados de artesanato, de comida, locais com poucos turistas e se quer percebi alguém me olhando de forma diferente. Usei celular e máquina fotográfica a vontade, mas não deixei de lado os cuidados básicos com esses equipamentos e com a mochila, te indico fazer o mesmo, não só no Laos, mas em qualquer viagem que você fizer.
Luang Prabang durante a noite - região dos mercados noturnos
4º Alimentação: para muitos, o Laos é o país onde tem a comida mais “normal” para os padrões ocidentais no sudeste asiático, eles usam pouco pimenta e cada refeição não sai por mais de U$10,00 já incluindo bebida e comendo bem. Por ser de colonização francesa é muito comum encontrarmos padarias, com baguetes dos mais variados tipos, cafés espalhados pela cidade, além disso, a culinária internacional está bem presente para aqueles que não preferem arriscar. Para os que gostam de se aventurar em novos sabores, a cidade de Luang Prabang é uma excelente pedida, ao lado do Night Market de artesanato tem um mercado de comidas típicas que fica lotado durante a noite, muitos turistas, mas muitos mesmos, experimentando uma comida mais roots.
Salada fresca de um restaurante do Laos - o molho é delicioso
Sopa de frango e legumes, com pouca pimenta
5º Transporte público: o transporte público em Luang Prabang, que não é a capital do Laos, é praticamente inexistente, a melhor pedida por lá é ir de taxi ou tuk tuk, e se você estiver vindo de outro local da Ásia, vai estranhar a falta daquele buzinaço típico dos demais países e do caos no tráfego dos veículos. Um meio de transporte que os laocianos usam muito é o ferry, para atravessar o rio Mekong e ter acesso ao outro lado da cidade, isso quando não o fazem em canoas e barcos menores, cada travessia custa cerca de K5.000 e apesar do Mekong ser um rio de águas escuras e poucas belezas em suas margens, vale a experiência e integração com os locais nessa viagem de poucos minutos.
Ferry para chegar do outro lado de Luang Prabang
De uma das margens do Rio Mekong
A vida calma dos Tuk Tuks no Laos
6º Vistos: a parte não muito boa do Laos, brasileiros precisam de visto para entrar no país e o mesmo custa U$31,00 mais uma foto 3X4 recente. Ao aterrissar você pega uma fila, preenche um formulário e junta com o passaporte, dinheiro e a foto para ser entregue aos responsáveis, alguns minutos depois tiram sua foto e devolvem seu passaporte com o visto colocado nele.
Visto de entrada no Laos
7º Clima:  assim como os demais países desse lado da Ásia, o Laos também é quente e com uma umidade elevada. Os meses de novembro a fevereiro são os que tem as temperaturas mais amenas (estação das secas), ja a época das monções (estação chuvosa) ocorrem de abril a outubro o que deixa as temperaturas acima do 30º facilmente. Por esse motivo o uso de roupas leves, protetor solar e óculos escuros é de suma importância, por outro lado, não abra mão de agasalho durante as noites se estiver visitando país no final do ano.
As belas águas de Kouangsi Falls
Pelas ruas ensolaradas de Luang Prabang
8º Onde Fui: com o roteiro apertado, dispus apenas de três dias para o Laos, acabei tendo que escolher uma cidade apenas, Luang Prabang foi a escolhida, Vietiane, que é a capital do país, acabou ficando para uma próxima viagem. Nenhum arrependimento na escolha, uma vez que fiquei encantado com a cidade, com as pessoas, com o clima meio “paz e amor”, com o fato de poder fazer quase tudo a pé pelas ruas do centro, com o pôr do sol mais lindo que já vi, do alto do Phou Si, morro onde está o That Chomsi Temple com mais de 100 metros de altura de onde se pode ter uma vista de 360º da cidade.
Os encantos naturais da Kouangsi Falls com cachoeiras de uma cor surreal, os muitos e belos templos espalhados pelos quarto cantos da cidade, a interessante vista do Rio Mekong, a beleza das casas de estilo francês do Old Quarter e a feira mais organizada e silenciosa do mundo no Night Market da avenida principal. Nos próximos posts conto mais detalhes essas e outras atrações.
Um dos templos do Centro Histórico
As belas águas de Kouangsi Falls
Kouangsi Falls
Pôr do sol no Morro Phou Si
9º Onde Fiquei: novamente pelo Hoteis.com reservei o Apple Guesthouse que fica numa localização perfeita, uma rua antes da orla do Mekong e duas ruas abaixo do centro, no Old Quater. Paguei R$120,00 por diária para duas pessoas, num quarto com banheiro privativo e com uma estrutura muito boa em madeira e decoração de bom gosto. A parte ruim é o café da manhã que não estava incluído e nem era oferecido no hotel, em contrapartida, na varanda do primeiro andar sempre tinha água (quente e fria) para fazer café, chá e por vezes até algumas frutas para os hóspedes. O melhor de tudo foi a atenção e atendimento pelo pessoal da recepção, fossem dos funcionários laocianos ou dos donos australianos.
Quarto no Apple Guesthouse 
Banheiro do quarto no Apple Guesthouse
10º Saindo do aeroporto: cheguei a Luang Prabang em um voo da Lao Airlines, companhia aérea nacional, partindo de Chiang Mai na Tailândia, em uma aeronave pequena. O atendimento da companhia é muito bom, com funcionários simpáticos, desde o pessoal de solo até os comissários, serviço de bordo surpreendente para um voo tão curto e um certo conforto nas poltronas. Fiz a compra da passagem (cara por sinal U$165,00) pela internet ainda aqui no Brasil e apesar de ler em alguns locais que a companhia não vendia passagens pela internet e que o site da Lao Airlines (http://www.laoairlines.com/) era falso, resolvi arriscar e deu tudo certo, foi só entregar meu passaporte aos atendentes em Chiang Mai que eles encontraram facilmente minha reserva, que eu levava impressa, por via das duvidas.
Lanche oferecido no voo da Lao Airlines
Aterrissando no aeroporto de Luang Prabang

Já sabendo que o transporte público não iria ajudar muito na ida do aeroporto até o centro, entrei em contato com o hotel e eles prontamente dispuseram um serviço de transfer com uma empresa terceirizada por U$10,00 para duas pessoas. Na chegada ao aeroporto, lá estava uma pessoa com uma plaquinha e meu nome, em poucos minutos já estava instalado no hotel. Na saída do país, fiz o mesmo e dessa vez paguei U$7,00 pelo trajeto no sentido oposto, visto que dessa vez o serviço foi feito pelos próprios donos do hotel.
As margens do Rio Mekong
 Até o próximo post com a cidade de Luang Prabang!! 

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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Bagan, a cidade dos três mil templos.

Sem dúvida alguma, a cidade de Bagan e seus belos templos, juntamente com o Shwedageon Pagoda em Yangon são os principais motivos para atrair tantos turistas à antiga Birmânia nos últimos tempos. Não que conhecer o povo dessa nação e aprender muito com sua simpatia e benevolência não sejam, por si só, motivos de sobra para uma visita, mas acontece que a grandiosidade dessas atrações torna tudo ainda mais fantástico e prazeroso, talvez, nas próximas linhas eu consiga transmitir o quão especial é esse lugar.
Amanhecer em Bagan no dia de saída dos balões - um espetáculo
Shwe zi gon pagoda bagan
Cheguei a Bagan partindo de Mandalay, no próprio hotel onde eu estava comprei as passagens de van com a empresa Ok Express por 8.000 Kyats e que me levaria até a cidade em pouco mais de três horas. Depois de algumas paradas, o trânsito meio louco e aprendendo cada vez mais os hábitos locais, cheguei a uma das cidades mais fantásticas que já visitei. A primeira impressão é que você regrediu uns 300 anos no tempo, ruas de terra batida, templos gigantescos no meio da cidade, muitas pessoas com roupas alternativas, turistas e locais, instalações pouco convidativas misturadas a hotéis de luxo e em meio a tudo isso uma grande quantidade de motos e bicicletas elétricas sendo guiadas por pessoas dos mais diversos tipos, buzinando para todos os lados e andando sem capacetes. A maioria delas, turistas, felizes, extremamente felizes por estarem percorrendo aquelas ruas em busca de todos os templos possíveis de se visitar. Não tem como não sentir uma animação contagiante ao chegar e se inteirar do clima do lugar.
Uma das paradas até Bagan - vamos de van
Em frente ao htilominlo temple 
Como já contei neste post, fiquei em um hotel mediano na parte de New Bagan, para muitos, uma região não muito boa, visto que a maioria das atrações estão em Old Bagan, mas nada que atrapalhe. Pensei um pouco no conforto pois sabia que a cidade era bem quente, e um hotel melhor poderia diminuir o cansaço dos dias por lá. Mal sabia, mas estava para começar uma das maiores aventuras que já tinha vivido em uma viagem. Sair de um lado para o outro guiando uma motinha, com mapa na mão, sem destino, procurando e admirando os diversos templos da cidade é sem dúvida algo impagável.
Muitos dos templos de Bagan ao fundo 
Alguma coisas básicas você precisa ter em mente ao visitar Bagan:
1º- A cidade é bem quente, usar roupas adequadas e se hidratar é bem importante.
2º- Conhecer todos os templos é humanamente impossível, a não ser que queira passar muitos dias por lá, afinal de contas, todos dizem que existem mais de 3 mil templos espalhados em áreas de fácil e difícil acesso.
3º- Sugiro que não deixe de alugar um meio de transporte, mesmo que seja uma bicicleta, mas alugue algo para se locomover pois muitos lugares são longe e o calor acaba com qualquer um. Acho que uma moto seria o ideal e está longe de ser uma tarefa difícil, quase todas as esquinas tem gente alugando, a maioria dos hotéis fazem o mesmo. Loquei uma bem simples, elétrica, e paguei 8.000 kyats por dia para duas pessoas.
Dhamma-ya-zi-ka pagoda
Do alto do Pya tha da Temple
4º- Para entrar na cidade é preciso pagar uma taxa de U$20,00 ou 25.000 kyats e não tem como negociar ou tentar burlar esse sistema, melhor nem tentar. No final, você vai entender que vale a pena, pois dessa forma terá passe livre em qualquer templo que quiser e por quantas vezes achar melhor, ande sempre com o seu ticket de pagamento, caso seja solicitado.
5º- Um dos passeios de balão mais famosos do mundo acontece nessa cidade, algo em torno de U$300,00 por pessoa, para muitos um valor irrisório ante tamanha beleza. Mas, se o passeio não acontecer, não deixe de ver o nascer do sol junto com a saída dos balões do alto de algum templo, eu assisti a essa maravilha do Pya Tha Da Temple e confesso ter sido um dos pontos mais emocionantes da viagem, quiçá da minha vida.
Nascer dos sol do alto do Pya Tha Da Temple
Saída dos balões visto do alto do Pya Tha Da Temple
6º- Não deixe de ver também o por do sol pelo menos um dia, os muitos templos ajudam a ter uma visão privilegiada, mas bom mesmo é assistir do alto do Shwe San Daw Pagoda, onde muitos, mas muitos turistas, se amontoam para esperar o momento certo em que mais um dia em Bagan se encerra.
7º- Fiquei por três dias conhecendo os templos maiores e alguns menores também e no fim, não deu nem pro gasto, o lugar é como um ímã, que não tem deixa ir, mas com o roteiro fechado, não tive outra saída. Se você puder, opte por mais dias, não vai se arrepender de forma alguma, a cidade fornece uma estrutura bem razoável para ficar até o momento que o espírito se der por satisfeito.
Pôr do sol visto do alto do Shwe San Daw Pagoda
Subida para Shwe San Daw Pagoda
8º- Muitos e muitos serão os lugares que você vai querer conhecer, talvez sinta-se tentado a conhecer tudo, porém os principais templos são o Ananda temple, Bu Paya (onde tem vista para o rio), Dhamma-ya-zi-ka Pagoda, Htilominlo temple, Mahabodhi Pagoda, Pya Tha Da (ótima visão do nascer do sol com os balões), Shwe Zi Gon Pagoda, Shwegugyi Temple e o Shwe San Daw Pagoda (para o pôr do sol).
Ananda Temple
Bu Paya Temple
Dhamma-ya-zi-ka pagoda 
Htilominlo Temple
Mahabodhi Pagoda
Shwegugyi temple
No mais, é conseguir um mapinha na recepção do seu hotel, começar a montar seus roteiros por dia, de forma que consiga ver o máximo possível, alugar seu meio de transporte e partir em busca de lugares que vão ficar por muito tempo na sua memória, aproveite bastante seu tempo e Bagan e viva cada momento nessa terra mítica e abençoada por Buda.  
Interior do Htilominlo Temple
Do alto do Tham bu la temple
Uma das entradas do Tham bu la temple
 Agora vamos rumo ao Laos no próximo post!! 


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domingo, 18 de setembro de 2016

O descanso merecido em Mandalay

Cheguei em Mandalay de ônibus partindo de Yangon em uma viagem de mais ou menos nove horas, num ônibus comum da empresa Yar Zar Tun Express, detalhe que eu e minha amiga éramos os únicos estrangeiros das quase 50 pessoas que faziam aquele trajeto. As passagens eu adquiri no hotel onde estávamos em Yangon por 11.000 kyats e chegando em Mandalay um táxi nos levou até o nosso excelente hotel, como já contei no post anterior. É claro que estávamos mortos de cansaço, chegamos no começo da manhã e como o hotel permitiu logo nossa entrada, foi a deixa para dormir e sobrar muito pouco tempo para conhecer a cidade e suas atrações, por isso, digo que em Mandalay eu só descansei da viagem, talvez a ida direto para Bagan tivesse sido melhor, mas já que tinha ocorrido dessa forma, paciência e fica a dica para a próxima.
Assistindo o pôr do sol em Mandalay
Mandalay Hill ao fundo
Depois do merecido descanso, saí em busca das atrações daquela única tarde que teria na cidade, pois no dia seguinte partiria para Bagan. De mapa na mão segui em direção ao Mandalay Palace, gigantesco complexo de templos da cidade, todo cercado por um fosso com uma área enorme, infelizmente neste dia o acesso não estava sendo permitido aos estrangeiros, e até hoje não sei os motivos, o guarda que nos atendeu não estava bem humorado. Pelo menos deu para caminhar nos arredores e assistir um belo por do sol através das pagodas maiores que existem dento do complexo.
Arredores do Mandalay Palace
Mandalay Palace
Pôr do sol através das pagodas do Mandalay Palace
Partindo um pouco frustrado segui pela lateral do Palace onde no fim da rua existia uma grande Colina com alguns templos na parte alta, sabia que se tratava de Mandalay Hill, fiquei ainda mais frustrado por saber que pelo adiantar da hora, não teria mais tempo de subir o monte e visitar os templos, mesmo assim continuei caminhando até a base da colina, onde também existia muitos outros pequenos e belos templos, construções interessantes com fachadas lindas, onde muitos birmaneses aproveitavam para passar o tempo e esbanjar sua rotineira alegria de viver.
Mandalay Hill
Região dos templos aos pés do Mandalay Hill
Uma das muitas e belas fachadas dos templos de Mandalay
Região dos templos aos pés do Mandalay Hill
Região dos templos aos pés do Mandalay Hill

No final da contas, foi só o que deu para conhecer, não diria que a cidade não tem atrativos, longe disso, mas preciso confessar que não podem ser comparados com as atrações de Yangon e principalmente de Bagan. Minha estada por lá serviu como um descanso e uma ponte entre as duas cidades mais importantes. Para aqueles que visitam o Myanmar com mais tempo, minha sugestão é que vá sim para Mandalay e explore a cidade, viste também o Inle Lake, região próxima e muito famosa, que tem tours oferecido diariamente por muitos taxistas locais. 
Arredores do Mandalay Palace
Região dos templos em Mandalay
Região dos templos em Mandalay
  Até o próximo post, com a última cidade do Myanmar!! 

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